Dia da Liberdade de Documentos 2010 – UNIRIO

No dia 31 de março deste ano, eu, Henrique Andrade e Arlindo Pereira percorremos a UNIRIO falando sobre acesso livre à informação. O foco da apresentação foi sobre padrões abertos de documentos, como eles são importantes atualmente e vitais quando se pensa em futuro. Nossa palestra continha poucos slides, já que o objetivo era o debate, e felizmente o objetivo foi alcançado com muito êxito.

Arlindo Pereira, Pedro Marins e Henrique Andrade

Fizemos 3 palestras ao longo do dia, cada uma com um público diferente. A primeira, no auditória da Reitoria, para os servidores da Instituição, a segunda, para todos do Centro de Ciências Humanas, e a última para os calouros do primeiro período do Bacharelando em Sistemas de Informação. E em todas estas palestras a participação do público foi sensacional, excedendo muito nossa expectativas.

Ao todo acreditamos ter atingido umas de 150 pessoas, com só um dia de atividades, e com pouco mais de uma semana de divulgação.

Além disso, acho importantes ressaltar dois aspectos muito destacados nos debates. O primeiro era sobre a falta de conhecimento que padrões abertos existiam, o que nos impressionou muito, já que estávamos dentro de uma Universidade Federal, e o Governo Federal, por meio do e-PING, recomenda uma série de padrões abertos para a maioria dos tipos de documento. Logo, assume-se que falta uma campanha da Universidade, abraçada pelo Governo Federal, para divulgação e recomendação de uso destes padrões.

A segunda, não menos importante, foi a quantidade de pessoas interessadas em aderir já aos padrões abertos, nos pedindo sugestões de como abraçar a causa agora, e ainda como convencer os resistentes!

Classifico como negativo, da nossa parte, a sempre birra com a Microsoft. Acho que perdemos muito tempo criticando os outros, quando isso era em parte desnecessário, já que o que oferecíamos erra muito melhor.

Abaixo deixo os slides usados nas palestras. Estes slides estão disponíveis no slideshare licenciados sob a CC-BY-SA, logo quem quiser pode reutilizá-los a vontade por ai.

Um detalhe muito legal é que no dia da publicação dos slides tivemos a hora de receber o título de “Hot on Twitter” do slideshare, ficando em destaque na home do site, por estarmos sendo muito retuitados!

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Empreendedorismo, por onde começar?

O meu tema de estudo atual é o empreendedorismo. E, seguindo essa linha, tenho fuçado toda a internet atrás de material, dicas, conteúdo relevante e qualquer coisa que possa engrandecer meu espírito empreendedor. Ainda não sou um grande entendedor do assunto, mas quero compartilhar algumas informações relevantes para quem quer começar.

Se você pretende estudar sobre startups, cases de sucesso, dicas de como se portar como empreendedor, ou até o passo a passo para abrir uma empresa, tem 3 sites sensacionais que eu descobri recentemente:

  • Read Write Web – é um blog que surgiu lá fora, em 2003, e em 2009 atracou no Brasil para produzir um conteúdo mais específico. Destaco aqui a série Startup 101 que tem como objetivo mostrar o caminho das pedras para se começar uma startup.
  • Saia do lugar - este é sensacional. O lema dele é “empreendedorismo sem enrolação” e o site segue esta idéia com afinco, textos curtos voltados para o negócio, direto ao ponto.
  • Startupi – Seguindo a mesma linha dos anteriores, o objetivo do blog se mostra explicando a origen do nome: startups + tupi, ou seja, fala tudo sobre o mercado brasileiro de startups, voltado para a área de tecnologia.

Além destes blogs existe o portal do Sebrae que diariamente solta alguma informação relevante, tanto no contexto de empreendedorismo quanto sobre mercado, focando as micro e pequenas empresas. Lá você pode achar de tudo, mas recomendo dois links diretos:

  • Plano de negócios – o melhor material que eu encontrei para confecção de um plano de negócios.
  • Educação Sebrae - plataforma de ensino à distância do Sebrae com vários cursos interessantes. Eu, particularmente, só cursei o Aprendendo a Empreender, mas posso dizer que o material, a plataforma e o acompanhamento dos tutores é excepcional.

É isso, conforme for descobrindo mais sites ou informações relevantes da categoria #recomendo vou postando por aqui.

Para já adiantar a próxima, pretendo seguir a dica do Mergulhão e cursar o Empretec, que segundo ele é um divisor de águas para o pensamento empreendedor.

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Grade de palestras e minicursos | GNUGRAF

A grade do GNUGRAF já se encontra disponível no site do evento!

O GNUGRAF acontecerá do dia 22/08/2009 ao dia 23/08/2009 na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO.

Este ano o evento cresceu e conta com várias novidades!

A primeira delas são os 12 minicursos que acontecerão simultâneamente com as 16 palestras. Ao todo serão 28 atividades confirmadas com profissionais experientes e conhecidos no mercado.

A outra novidade é uma tentativa de fazer o público interagir além da grade. Estamos disponibilizando um espaço aberto com um projetor onde qualquer um pode plugar o seu laptop e fazer a sua palestra.

Pela experiência de no ano passado terem muitas pessoas inscritas que não compareceram, a organização do II GNUGRAF decidiu este ano não abrir inscrição, nem para as palestras, nem para os minicursos. A entrada no evento é livre e gratuita e as vagas vão sendo preenchidas de acordo com a ordem de chegada do público.

Venha, contribua e colabore. Participe!

GNUGRAF

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Screenlets | Ubuntu

Visando uma interface mais limpa e prática para o meu desktop estou testando os screenlets no Ubuntu 9.04. Screenlets são aplicações desenvolvidas em python que podem ser descritas como “a representação virtual de coisas que estão/passam por sua mesa”. Ou seja, bloco de notas, relógio, rádio, etc. Vou falar aqui especificamente sobre a instalação e aonde obter as melhores!

Inicialmente, preciso dizer que ele não vem instalado por padrão no Ubuntu 9.04, mas instalá-lo é facílimo. No terminal digite:

sudo apt-get install screenlets

ou pelo Synaptics procure pelo pacote “screenlets” e marque-o para instalação.

Feito isso, entre em Aplicações -> Acessórios -> Screenlets.

Já usei o meu desktop só com as screenlets. Usei a de menu, de extensão do amarok, para exibir a minha pasta pessoal, sensores, bloco de notas, etc. Hoje só uso os sensores e o bloco de notas.

O melhor repositório é o oficial, que aparece na janela dos screenlets e é acessado se você clickar em “Get more screenlets”, ou por esse link aqui!

Já usei a de terminal também, mas hoje foi substituída pelo guake!

Este é o meu desktop com as os sensores e o bloco de notas, extremamente limpo e espaçoso. Ganhar 2 cm na sua tela, não tem preço.

Desktop

Ps.: Lembre-se de marcar a caixa que diz: “Auto start on login”. Sem isso, você vai ter que iniciar e reconfigurar todas as suas screenlets cada vez que iniciar o seu sistema.

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Guake Terminal | Ubuntu

Recentemente me apresentaram um projeto magnífico: Guake.

Antigamente eu usava o terminator para facilitar a minha vida, era só apertar “Alt+f2″, digitar “ter” e teclar o enter, terminal aberto! Hoje é só uma tecla mágica, f12. Mais um detalhe, já está implementado a função de múltiplos terminais em uma única janela.

Dê uma olhada nestes screenshots aqui para babar com o projeto.

Para instalá-lo é mais fácil ainda, abra o terminal e digite:

sudo apt-get install guake

ou pelo Synaptics procure pelo pacote “guake” e marque-o para instalação.

Feito isso, entre em Aplicações -> Acessórios -> Guake Terminal. Clicke com o botão direito na tela e entre nas preferências, lá você pode editar tudo relativo ao seu terminal em um menu em português, e adivinha o porque: este incrível projeto foi criado por dois desenvolvedores brasileiros: Gabriel Falcão e Lincoln de Sousa. Parabéns.

Para que ele inicie sempre com o seu sistema vá em Sistema -> Preferências -> Aplicativos de sessão, selecione a opção de adicionar e preencha os campos como o exemplo abaixo:Guake Terminal

Abaixo um screenshot do meu desktop com ele aberto:

Guake Terminal - Desktop

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Recuperando o GRUB | Ubuntu

Decidi criar esse post para facilmente acessar esses comandos, quando mais uma vez o Windows da minha máquina bugar e eu tiver que reformatá-la.

Depois da instalação  do sistema, na inicialização, o Windows entrou direto, embora antigamente rodasse em dualboot com o Ubuntu. Depois de pesquisar descobri que, por padrão, toda instalação de Windows remove o GRUB.

Aqui vai a série de comandos para fazer o seu computador voltar ao normal:

1. Insira o Live CD do Ubuntu e selecione a opção de inicialização a partir do CD.

2. Quando o Ubuntu estiver completamente carregado abra o terminal ( Aplicações > Acessórios > Terminal. ) e digite:

sudo grub

Com esse código ele vai carregar o GRUB. Digite:

find /boot/grub/stage1

Este comando irá te retornar a partição aonde o sistema está instalado.

A partir de agora é só entrar com os comandos em sequência que o problema está resolvido.

root (hdX,Y) – Substituindo o X e o Y pelo valor obtido no comando acima.

setup (hd0)

quit

Pronto!

O GRUB estará instalado novamente. Só lembrando: o melhor é instalar o Ubuntu depois do Windows, ou não instalar o Windows!

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Campus party 2009 – considerações finais

Campus party 2009, vulgo “São Paulo Fashion Geek” ou “Nerdstock”, foi o melhor evento do qual participei.

Excluindo-se as falhas de segurança, do banheiro, conforto e principalmente de bom senso dos participantes, não tenho nada a mudar no evento. Essas falhas podem ser facilmente corrigidas, aqui vão os exemplos:

Segurança – falhou com o básico: garantir que os nossos pertences continuassem nos pertencendo. As etiquetas de segurança eram porcas e facilmente substituíveis, fora o fato que os seguranças ‘acreditavam’ muito nas pessoas. Ao sair da área de segurança do evento comummente perguntavam: “Tem laptop na mochila?” Se eu respondesse que não eles me deixavam passar, genial! Não existia revista e os detectores de metal quase não foram usados.

Banheiros – ponto importantíssimo que fez muitos adiarem os banhos. Não sei qual o sistema usado, mas se muitos chuveiros estivessem abertos, a água saia quente, se poucos gelada. No primeiro dia, que fez calor, queriamos pouca gente no banheiro, nos dias seguintes, torciamos por muita. Além disso, é anti higiênico o ralo não dar conta de escoar o banho do campuseiro anterior. Outros problemas no banheiro que me incomodaram foi que a divisória dos boxes só começava acima de uns 50cm, ou seja, enquanto me enchugava ganhava respingos do banho dos outros na perna, e os boxes não terem ganchos para pendurar nada, fazendo com que tivéssemos que improvisar.

Conforto - Acho que todos que passaram 7 dias sentados em cadeiras de plástico condordam comigo. Com tanto patrocínio não dava para ter uma cadeira melhor não? E na área das palestras botaram cerca de 30 puffs. Primeiro, não sou só eu que tenho sono vendo alguem falar durante 1h deitado em um puff e segundo, no segundo dia de evento os puffs já não estavam mais lá, todos já haviam sido roubados pelos campuseiros, em busca de algum conforto.

Bom senso - Pelas leis de São Paulo é proibido fumar em local fechado. PROIBIDO. Parece que ninguem se importou com isso. Era comum ter alguém do seu lado acendendo um cigarro embaixo da mesa. Falta de respeito com o próximo, ou mesmo com o que não estava próximo, mas que também sentia o cheiro. Outra coisa que me deixou bastante chateado foram as caixas de som dos participantes do evento. Ora, usem um fone de ouvido. Eu não sou obrigado a ouvir sertanejo na orelha esquerda e pagode na direita, durante o dia inteiro.

Tirando esses problemas o evento teria sido perfeito!

E o que mais contribuiu para o evento ser perfeito foi:

Diversidade de temas – existiam 12 áreas para palestras, fora o palco principal e a área montada pelo Serpro. Conteúdo para ser exibido não faltou. Concordo que muitas palestras não tinham conteúdo, mas várias outras me fizeram abrir a cabeça. Sai do CP com umas 5 novas coisas para estudar.

Diversidade de pessoas – Como diz o site oficial foram 6655 campuseiros de todos os 27 estados brasileiros e de outros 21 países.

União – Um dos momentos mais “badalados” do evento foi a expulsão do DeLeve. Excluindo-se o julgamento do “porque”, a manifestação foi linda, e mostrou para todos lá que se quisermos algo, é com união que conseguiremos.

Sintonia – Todos estavam com o mesmo pensamento: interação. Acho que por isso o evento foi tão brilhante. Na saida do evento conversei com o pessoal do liberdade telefônica e eles vão lançar o toque de telefone da Campus Party: ÔÔÔÔÔÔ ÔÔÔ ÔÔÔ ÔÔÔ! Que foi sabe o que é!

Manifestações – O que dizer dos indios tecnológicos no evento? Digo tecnológicos pois eles mantém uma rádio digital. Da guerra de avião de papel? Dos Flashmobs de protesto? E do Live Action do Pacman (eu era o fantasma azul escuro)?

Troca de dados – 10Gb realmente não era a velocidade da internet de lá. Só consegui encher 1Tb por causa do DC++. Excelente compartilhador de dados que funciona muito bem, ainda mais na rede interna de lá. Sem ele não teria funcionado.

Campus party de 2010, estarei lá! Sem dúvidas.

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